3º dia: Foz do Iguaçu e suas maravilhas (não além do país)

domingo, 22 de julho de 2012 0 comentários



Acordamos cedo em mais um dia em Foz do Iguaçu, dessa vez com um céu limpo mas com um clima nem tanto favorável: 4° C com sensação de 2° C. Resolvemos planejar durante o café da manhã no hotel, tudo o que iremos fazer nesse nosso último dia completo em Foz. Primeiro, de manhã iríamos visitar Ciudad del Este, no lado paraguaio, fazer umas compras até o meio dia, onde almoçaríamos e iríamos para o Parque Nacional do Iguaçu. 70% da nossa programação deu certo, e se preparem, pois agora vem uma grande crônica.
Ficheiro:Ponte da amizade.jpg
Ponte Internacional da Amizade, caos em alguns dias (Foto: Wikimedia Commons)
E lá fomos nós. Nunca havíamos atravessado fronteiras ou viajado para o exterior, e essa foi a primeira (e talvez última) vez. Estávamos saindo do Brasil e já iam dar 11h (percebe-se um atraso no que era planejado). Na ida para atravessar a fronteira nós pegamos uma fila pequena na aduana, mas já passando a ponte aquilo era questão de segundos.
Cara, isso é outro mundo. (Foto: Blog Aventura em Foz do Iguaçu)
A primeira impressão que tínhamos ao chegar em Ciudad del Este é que a cidade não lembra em quase nada o Brasil. As pessoas e os carros dividem as ruas, o trânsito é caótico. Até que conseguimos comprar algumas coisas, como um pen-drive de 32GB que tem defeitos e um cartão SD de 8GB. Não pudemos comprar mais nada porque esquecemos de habilitar o cartão internacional.
Alguns podem até pensar "nossa, foi rápido" ou ainda "pra que atravessar a fronteira pra comprar pequenas coisas?". Nós tentamos seguir as dicas dos profissionais, era nossa primeira vez naquilo que chamam de Paraguai. A parte mais tensa foi na volta, que pegamos um congestionamento de aproximadamente 2KM (pode parecer pouco para os paulistas, mas já era muito pra nós). Os carros simplesmente NÃO SE MEXIAM e levamos 2 HORAS para atravessar a fronteira de volta para o Brasil. Estávamos com meio tanque então não podíamos ligar o ar condicionado (senão iríamos ficar no prego) muito menos abaixar os vidros, por causa dos vendedores ambulantes (passar um drama como o primeiro ninguém quer). Até desligávamos em certas horas o carro de tão crítico que estava. Só lhes digo uma coisa, fiéis leitores: CIUDAD DEL ESTE, NUNCA MAIS. Se você estiver pensando em passar lá, apenas uma dica: paciência acima de tudo.
Aduana da Receita Federal em Foz do Iguaçu. (Foto: SINDIRECEITA)
Aliás, não sei se alguém notou, mas nenhuma dessas fotos acima é nossa, justamente porque não queríamos ter nosso carro roubado.
 Quando chegamos no Brasil não pararam a gente na aduana da Receita Federal para nos fiscalizar. Já eram 13h30 quando chegamos em Foz e fomos almoçar no Shopping CataratasJL, mais precisamente no Ponto Mineiro.
Saindo do shopping já ia dar 14h (detalhe: estava calor!), então, antes de ir, compramos sorvete no Mc Donald's, depois partimos rumo ao Parque Nacional do Iguaçu.
Entrada do Parque. (Foto: Rafael Dalcin/Baixaki)
Nós pegamos o passeio normal, o qual um ônibus nos deixaria no mirante das cataratas.
Isso não te lembra os badalados ônibus articulados curitibanos? (Foto: Derles Borges Pichoff/Blog DBPBUSS 2010)
Mais uma coisa, fiéis leitores. Alguns de vocês talvez já sabiam que as Cataratas do Iguaçu são consideradas uma das 7 maravilhas do mundo. E eu venho aqui confirmar isso. Deixem-se admirar pelas fotos (agora, nossas)

Entrada do mirante.

Sacas a vista?

Quati, símbolo do PNI

Que beleza, hein?





É um lugar maravilhoso, não acham?
Nós até pensamos em visitar o lado argentino, mas já era tarde e além do mais, não queríamos passar o mesmo drama de CDE.
E esse foi o nosso último dia em Foz do Iguaçu. Realmente é uma cidade maravilhosa com seus encantos e desencantos. Espero passar por lá e ficar mais dias e conhecer os outros lugares que não tive tempo, e Foz já está na minha lista de cidades a visitar futuramente.
Fiquem ligados no blog para quando a próxima oportunidade em qualquer outro lugar aparecer, nós iremos aproveitá-la ao máximo.

2° dia: de Cascavel a Foz do Iguaçu

quinta-feira, 12 de julho de 2012 0 comentários

Apesar de serem apenas 2 dias de viagem, vamos comentar o que faremos até sexta em Foz do Iguaçu em nosso blog. Aqui vai o post do dia:
Saímos de Cascavel por volta das 10h sob chuva, neblina leve e 11º C nas nossas cabeças.
Até Foz do Iguaçu não aconteceu nada demais, chegamos em Foz por volta de 11h30 já sem chuva, porém com muitas nuvens.
Como o checkin do hotel em Foz era somente as 14h, resolvemos visitar a Usina de Itaipu, no passeio panorâmico. Aí vão algumas fotos:
Entrada da usina.

Vista do ônibus de turismo.

Mirante, cujo nome não me lembro
Depois passamos no Shopping CataratasJL, para almoçar (detalhe: já eram 15h), depois entramos no hotel Recanto Park, muito bom, ficamos nas suítes de Luxo.
Fachada do hotel numa foto mal-batida.

Estrutura de um dos quartos que estamos.

TV de 40", frigobar completão, quem não desejaria uma vida dessas?

Banheira do apartamento de luxo

O hotel é muuuito grande, há muito o que fazer por aqui, o banheiro conta com hidromassagem, o restaurante é gigantesco, mas o que podemos perceber é a grande presença de estrangeiros: japoneses, mas principalmente argentinos e paraguaios. Amanhã tentaremos ir nas Cataratas do Iguaçu, considerada uma das 7 maravilhas da natureza e também em Ciudad del Este, no Paraguai e em Puerto Iguazú, na Argentina.

1º dia: de Curitiba a Cascavel #FozDoIguaçu

terça-feira, 10 de julho de 2012 0 comentários

Voces esperaram tanto tempo em relação a esse post aqui e aqui está. Primeiro, a explicação: compramos uma rifa que concorria a uma viagem pela CVC, e nós ganhamos. Podíamos gastar em uma viagem de até 1600 reais, e gastamos em Foz do Iguaçu, em um dos melhores hoteis da cidade. E mais uma vez, vamos de carro. Claro que não é tão longe como Teresina, mas é longe. De Foz do Iguaçu para Curitiba são 600km, mas como iremos passar em Maringá, fica 800km, o que dá uns dois dias. Então, vamos começar essa bagaça?
Antes de mais nada, esse post não poderia ser feito sem o app SpringPad para Android, onde armazenamos nossas notas e conseguimos escrever esse post, mas vamos lá.

Acordamos às 5:30 na fria Curitiba, 11° C.
Saímos de casa por volta das 7h, mas só saímos de Curitiba às 7h40 (carros, sinais etc). 
Sou um péssimo fotógrafo, então não esperem muitas fotos, principalmente porque nós só conseguimos uma câmera digital de qualidade quando chegamos em Maringá, mais pessoas entraram no carro.
Saindo de Curitiba, pegamos uma chuva de leve, nada que chegasse a nos atrapalhar ou a inundar a pista.
Trecho próximo de Balsa Nova, também perto do 1º pedágio
O poder de ser fotógrafo: sim ou claro?
 
 
Em Balsa Nova, lugar do nosso 1° pedágio, a visibilidade diminuiu bastante, fomos obrigados a ligar o farol de neblina e a lanterna traseira. A chuva aumentou um pouco, mas nada que o sensor de chuva resolva. Nas proximidades da primeira Polícia Rodoviária, a neblina já diminuiu.
Depois do 2° pedágio, já na BR 376, a chuva parou e um lindo céu azul se abria, mesmo sob 10 ° C.

A culpa é de Curitiba, que tem um tempo não tão legal.

 
Paramos em Ponta Grossa às 8h45 para repor nossas energias. Depois, voltamos à nossa maratona.
Paramos em Mauá da Serra para almoçar no restaurante Chão Comum, a beira da BR 376, mas muito bom: comida deliciosa, sucos naturais e ambiente espetacular. Se você estiver com fome, não quer gastar muito, aquele restaurante é uma ótima opção. 
Passamos pela Califórnia no meio do caminho! Pra quem acha que viajar pro exterior é só pros ricos, os "classe-média" também podem!
Fui pra Califórnia, de carro!
Ah, o que ser isso?


 
Passando por California, a temperatura aumentou: de 10° C de manhã até Maringá passou pra 27° C. Que evolução, não?
Marialva é conhecida como "a capital da uva", mas tem uma coisa lá que ninguém esperava. Uma uva gigante.
HAHAHAHAHAHA!


Chegando em Maringá, precisamos ligar o ar-condicionado. Vimos uma Audi vermelha que era o centro das atenções: uma pessoa presente num Toyota Fielder de Sorocaba, São Paulo disse: "tio, dá esse carro pra mim?" o que nos fez rir muito.
Foi um drama chegar no hotel de Maringá, principalmente porque houveram várias mudanças nas vias da cidade, o que faríamos em poucos minutos fizemos em 10. Depois de chegar no hotel, seguimos viagem para Cascavel, ponto onde vamos parar.
Chegamos em Cascavel as 17h39, precisamente (como o GPS dava a previsão), amanhã possivelmente chegaremos a Foz, porém, o post vai ser um pouco diferente do que vocês estão acostumados. Vamos falar de Foz, de Ciudad del Este e do lado argentino, se possível. Aguardem!

Afinal, a jornada acabou ou não?

terça-feira, 22 de maio de 2012 0 comentários


Nem preciso falar nada, né pessoas?
Aguardem, dia 10/07 estamos por aqui!

Último dia: de Araguari (MG) para Curitiba (PR)

sábado, 11 de fevereiro de 2012 0 comentários

Pra escutar enquanto lê o post.

Pessoal, desculpem-me pela demora de postar o último dia, o Blogger simplesmente não estava abrindo em meu computador, e somente depois de dias eu consegui entrar. E vamos aproveitar a oportunidade.
Não tiramos fotos nesse dia (e se tiramos, não encontrei elas aqui no HD nem no SD da câmera), curta o vídeo de cima.
Saímos de Araguari depois de um café da manhã reforçado do hotel por volta das 7h, já no horário brasileiro de verão. Passamos por Uberlândia, cidade onde ficamos na ida, e paramos num posto depois da cidade.
Atingimos a divisa MG/SP por volta das 10h
Pegamos chuva quando chegamos em SP pelo menos até Marília, lugar onde (mais uma vez) paramos para almoçar, mas não no restaurante da ida.
Atingimos a divisa SP/PR por volta das 14h
Paramos em Santo Antônio da Platina para abastecer e repor nossas forças. E foi nessa cidade que entramos na PR 092, e só fazendo isso evitamos um monte de pedágios e ainda foi mais rápido, pois a única cidade que passamos ao entrar na PR 092, foi Tibagi, já perto de Curitiba. E depois de Tibagi, já entramos na BR 277 que nos leva até Curitiba.
Paramos em Ponta Grossa pra comer e repor nossas forças, e já chegando por lá o termômetro do carro já marcava 15º C, baixíssima temperatura pra quem saiu do Piauí depois de 2 dias.
E depois de 1h de viagem desde Ponta Grossa, precisamente às 20h, chegamos na capital ecológica.
E é, pessoal, essa jornada já tem um fim. Mas isso não significa que o domínio do blog será fechado, ficaremos abertos principalmente para ajudar as pessoas que vão passar pelos trechos que passamos por quase um mês. Obrigado ao apoio de todos e quem sabe, num futuro próximo, nós não fazemos viagem aqui pelo sul mesmo ou ainda repetimos o trajeto?
*Se quiser registrar esse domínio no Blogger, vá na página Contato.

28° dia: de Barreiras (BA) para Araguari (MG)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 0 comentários

Hoje 99% do dia foi repleto de tédio. Não teve muito o que fazer, mas vamos ao resumo do dia.
Saímos de Barreiras por volta das 7h30m, sendo que tivemos que parar no posto para encher o tanque, lavar o vidro da frente do carro que estava de fato muito sujo, preparar as coisas para começar a viagem e por aí vai. Ah, e nós descobrimos que o hotel que ficamos em Luís Eduardo Magalhães fazia parte de uma rede de hotéis na Bahia, pois quando fomos fazer o cadastro em Barreiras, já havia um presente. E falando no oeste da Bahia, o dia amanheceu com 20º C em Barreiras, nós não estávamos acostumados com isso, geralmente eram 32º C na estrada durante o Piauí.
Até Luís Eduardo Magalhães foi menos de uma hora, paramos em Roda Velha para ir ao banheiro.
Chegamos na divisa BA/GO por volta do meio dia, parando para almoçar em Vila Boa, num posto à beira da BR.
Nós nos perdemos quando chegamos na divisa GO/DF (por volta das 3h), pois não queríamos passar em Brasília, que iria dar mais voltas. As placas tentavam indicar o caminho até Formosa, e só nessa de seguir placa perdemos 10 minutos. O jeito mesmo foi passar por Brasília.
Fiquei realmente muito assustado quando chegamos em Brasília, porque estavam caindo relâmpagos toda hora e começou uma das chuvas mais fortes que pegamos durante a viagem inteira, a temperatura que estava em torno de 26º C caiu para 15º C, temperatura de Curitiba no verão. Isso nos obrigou a ligar o aquecedor do carro.
Hoje a viagem foi mais tranquila, não haviam muitos buracos mas o tráfego de carros e caminhões aumentou bastante.
Era programado para pararmos em Catalão para dormir, mas infelizmente os melhores 4 hotéis da cidade estavam sem vaga. Então, seguimos 72km adiante para Araguari, já ultrapassando a fronteira de GO/MG por volta das 6h.
Chegamos em Araguari por volta das 19h e esperamos amanhã encerrar a viagem já em Curitiba. Vamos às fotos.

Não tem muito o que dizer disso.

Torre do Aeroporto de Brasília, acredito

Metrô de Brasília

A bela vista que tínhamos perto de Catalão

Quando eu vi isso, lembrei do curitibano Parque Barigui
.

27º dia: de Teresina (PI) para Barreiras (BA)

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O último dia é aquele que você lembra de tudo que não fez nessas férias. Coisas que não falou, brincadeiras que não pôs em prática e até mesmo objetos pessoais. Vou admitir, boa parte da minha felicidade está no Piauí. Mas claro, Teresina vai deixar muitas saudades, não só Teresina como as pessoas em José de Freitas, Parnaíba, Luís Correia ou qualquer outra cidade do Piauí. Apesar de dizerem que Curitiba é melhor que Teresina, as 'coisas teresinenses' que nunca se ouviram falar em Curitiba vão deixar saudades.
Vista do mirante da ponte estaiada.

E, basicamente, o caminho da volta é quase igual ao da ida. Comparando as fotos do 1º dia da Ida com o 1º dia da volta, na ida foram tiradas +-300 fotos, enquanto na volta, só 88. Aquela mesma empolgação da ida não estava presente na volta.
Saímos da casa onde estávamos por volta das 6h20m, pra não perder tempo já colocamos nossas malas dentro do bagageiro do carro, isso pra chegar em Corrente, 900km de Teresina, em um dia.
Depois de Itaueira, o anti-pó começou e os buracos também. Foram 30km (quase uma hora, isso mesmo) desviando de buracos porque o carro não é 4X4. Qualquer buraco que passasse com 50km/h a roda já amassava, causando problemas de alinhamento e balanceamento.Paramos em Floriano para encher o tanque até a boca e também para repor nossas forças.
Bela estrada!

Antes de Elizeu Martins, havia uma placa escrita: 'curva da morte a 20m, 12 mortos.' A curva realmente era assusstadora, se algum bêbado correr por ali ou alguém perder o controle do carro, não escapa. Com umas pesquisas no Google você entende o que eu estou falando.
Pra quem achou que só a Dutra era perigosa...
Já em Elizeu Martins, paramos para almoçar e fomos muito bem-atendidos por todos, a comida ficou pronta rápido e era muito boa. Dica: Posto Saraiva.
Paramos em Bom Jesus no mesmo posto em que almoçamos no 3° dia, o qual fomos perseguidos pela Força Nacional.
Pegamos chuva perto de Redenção do Gurgueia, mas em poucos minutos apareceu o Sol e o céu azul, dando início a um belo arco-íris.
Salve e amplie essa foto se quiser ver o arco-íris.
Era para nós dormimos em Corrente, mas o hotel que ficaríamos não seria um dos melhores. Além do mais, chegamos muito cedo e resolvemos ir mais pra frente, em Barreiras, na Bahia, a 250km dali.
Chegamos na divida PI/BA por volta das 18h.
Tchau, Piauí! Vamos sentir muito, de verdade, a sua falta.
Depois de muito tempo, escureceu e a BR em que estávamos estava em péssimas condições. Na ida não tinham tantos buracos. Como não tinham postes e tudo que dava pra fazer era ligar os faróis, fomos pra frente. O carro (que não é 4X4) foi a 80km/h em um buraco gigantesco, o que amassou (isso mesmo, amassou) a roda do carro, que era de liga leve. De manhã vamos tentar trocar o pneu para viajar com mais segurança.
O GPS estava realmente desatualizado, o hotel que íamos ficar mudou de endereço, por isso só com o outdoor.
Pois bem, amanhã tentaremos tirar fotos em Brasília e dormir em Uberlândia, no mesmo hotel que ficamos no 1º dia, então está quase garantido o penúltimo post dessa jornada louca.

Indo mais além

terça-feira, 17 de janeiro de 2012 0 comentários

Sim, eu sei que a meta era viajar de carro até Teresina, mas nós fomos mais além. O litoral piauiense sim, como muitos dizem, é muito bonito. Fomos convidados a ficar em uma casa de praia em Luís Correia, e convites como esse não podemos rejeitar.
Berço da Independência, na BR-343 perto de Campo Maior.
Um dos motivos pra chover no Piauí dia 12.
Mas vamos falar de como chegamos lá, partimos de Teresina dia 12 (quinta-feira) de manhã por volta das 9h, eram 341 km até Parnaíba, mas a casa ficava em Luis Correia, acrescentando então mais 20 km. A viagem durou cerca de 4h, pode ser considerada longa, mas nem tanto pelo que eu passei.
Dunas de areia (?) perto de Luís Correia, também tinha captadores de energia eólica, mas não deu pra tirar foto
Foram 3 carros ao mesmo tempo (14 pessoas, no dia seguinte chegaram mais dois carros com mais 8 pessoas), e a cobertura de rede das operadoras das pessoas estava boa parte do dia sem sinal, e se queríamos parar por exemplo em um posto e os outros carros estavam muito longe, não tinha como avisá-los, então criei coragem e fiquei na frente do posto em Cocal de Telha procurando os carros, e quando vi, sinalizei para entrar no posto. Seria mais fácil reforçar o sinal das operadoras na cidade, porque é complicado.
Não houveram coisas muito importantes durante o trajeto, mas chegando em Parnaíba já fomos almoçar em uma churrascaria, depois seguimos viagem pra Luís Correia. 
Chegando em Luís Correia, a paisagem mudou. Grandes casas de praia, dunas de areia e outras coisas mais. 
Praia de Atalaia.
Depois de ter chegado na casa, arrumamos as coisas e fomos pra praia de Atalaia, não longe dali. A água estava muito quente (porque será?) mas o vento estava gelado. Isso trouxe problemas para nós, porque todo mundo pegou inflamação de garganta, dor de cabeça, febre alta, e por isso tivemos que ir mais cedo.



O vídeo não é meu, mas mostra um pouco do que a praia de Atalaia possui. O que eu não curti nessa praia é que você leva uma eternidade para poder banhar no mar, então se você não é muito fã de caminhar até chegar no mar, essa praia não é pra você.
Mais tarde, fomos em uma churrascaria, comer um pouco porque a preguiça não nos deixa fazer algo na casa.
As piscinas ficam na frente, e o mar fica atrás. Mais segurança pra você e sua família. 
No dia seguinte fomos para a praia de Maramar, um pouco mais longe. Essa praia me deixou intrigado, porque depois de um tempo vão formando piscinas que não são vitimadas de ondas fortes, mas ainda assim possui água salgada. Só perde a graça depois que todo mundo começa a mijar e a água fica suja.
O bar que ficamos permitia montar redes para você deitar, caso você quisesse algo mais do que sentar.

Barra Grande (PI), pra mim, uma das praias mais bonitas que existem
Mesma praia em outra foto.
No outro dia fomos para Barra Grande (PI), passamos o dia todo lá e pra mim, é a praia mais bonita que eu já vi na minha frente. A praia é legal para crianças, porque não é funda. Você pode fazer uma caminhada até uma ilha deserta, pra se ter uma ideia.
Nos outros dias pra frente fomos para a praia de Maramar outra vez, mas não aconteceu nada de tão importante.
No outro dia (16), voltamos para Teresina, sem muitas surpresas. Dia 24 ou 25 vamos iniciar a volta para Curitiba, e não tenho certeza de que conseguirei Internet durante esses dias para postar aqui. Aguardem!


3º dia: de Luís Eduardo Magalhães (BA) para Teresina (PI)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012 0 comentários

Parou nesse post do nada? Leia aqui e aqui para ficar mais informado. Os anteriores estão aqui e aqui.
Finalmente, o último dia. Ontem não pude postar por problemas técnicos estava jogando PS3 e Xbox com meus primos. O post de hoje também é baseado em anotações feitas pelo celular, que fui escrevendo pelo caminho. Calma, os posts ainda não acabaram, pois ainda escreveremos a volta.

Foto mal-batida da chuva, não fui eu dessa vez
Luís Eduardo Magalhães pode ser uma cidade pequena. Mas não perde o gosto. A hospedagem foi muito boa (se duvidar, melhor que em Uberlândia) e vamos sentir falta de coisas assim.
Durante boa parte da Bahia pegamos chuva. No Piauí também. Mas a chuva parou e esquentou muito.

Até Riachão das Neves fomos escoltados pela Força Nacional (muitas picapes na nossa frente para na realidade escoltar um ônibus, não sei porque) desde Luís Eduardo Magalhães.
Carros da Força Nacional

Ainda na Bahia, sob tempo não muito bom.
Paramos em um posto antes de Santa Rita de Cássia, horrível. Quase sem saneamento básico e com muitas teias de aranha. Resumindo, péssimo, mas um dos poucos postos na beira da BR. Saindo do posto, placas diziam para onde temos que ir.

Faltava muito pra chegar na divisa, mas coragem foi o que não faltou.
Bem vindo ao Piauí! Mas ainda faltava 900km, coragem foi o que não faltou.
Chegamos na divisa BA/PI por volta das 11h no horário de verão.

Agora vale lembrar que nós estamos no Piauí, portanto se eu falar que agora são 11h, quem está no horário de verão são 12h e quem está em Manaus são 10h e o resto eu não lembro.

Ao chegar no Piauí, aumentou o número de buracos na estrada. 

Exemplo dos buracos que encontramos na estrada

Ainda faltando muito para chegar em Bom Jesus, pegamos chuva forte, não dava pra ver muito a estrada e alguns trechos estavam alagados. Paramos para almoçar em Bom Jesus num restaurante não tão bom no meio da estrada. Aproveitamos e paramos para encher o tanque até a boca. 
Lembra de quando estávamos sendo escoltados pela Força Nacional. Pois é, depois de alguns minutos, eles pararam para almoçar no mesmo restaurante em que paramos. E depois disso não tinha muito que contar. Chegamos em Floriano às 18h30 e ainda faltavam duas horas de viagem para Teresina. Paramos em Amarante para comprar sorvete e completar o tanque. Voltamos para a estrada e chegamos em Teresina (com calor humano) às 21h30. E três dias já se foram. Em breve vou abrir um álbum no Picasa com algumas das principais fotos que tiramos durante esses três dias. Até breve.

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